Inês Simões – Soprano | Ars Luminae

Biografia

Grande entusiasta da música contemporânea, a soprano spinto Inês Simões é conhecida pelas suas interpretações nas estreias mundiais operáticas de “A Canção do Bandido” de Nuno Côrte-Real (coprodução do Teatro Nacional de São Carlos e do Teatro Trindade), “Play” de Jamie Man (Fundação Calouste Gulbenkian), “Tabacaria” e “Flores do Mal” de Luís Soldado (Inestética), “Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada” de Tiago Cutileiro (Arte no Tempo) e “The Fisherman’s Brides” de Lucie Treacher (Tête-à-Tête Festival); e nas estreias portuguesas de “Onheama” de João Guilherme Ripper (coprodução do Teatro Nacional de São Carlos e do Festival Terras Sem Sombra), “King Harald’s Saga” de Judith Weir, “The Waiter’s Revenge” de Stephen Oliver e “Hummus” de Zad Moultaka.

Entre os destaques em concerto contam-se a sua estreia no Barbican Hall, interpretando a Suite de Wozzeck de Berg sob a batuta de Sian Edwards, e na Fundação Calouste Gulbenkian, ao lado de Iestyn Davies no Solomon de Handel, regressando na temporada seguinte para cantar O Messias.

Mais de dez obras foram encomendadas para a sua voz, quer com orquestra sinfónica, quer com piano ou eletrónica, por instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian e a Miso Music, aos compositores Jamie Man, Jug Markovitch, Nuno da Rocha, Igor C. Silva, Daniel Moreira, Pedro Faria Gomes, Frederic Neyrinck, Fátima Fonte e Miguel Azguime.

Inês Simões colaborou com orquestras como a Camerata Royal Concertgebouw Orchestra e a Orquestra Sinfónica Portuguesa; trabalhou com os maestros Magnus Lindberg, Hannu Lintu, Paul McCreesh e Sian Edwards; cantou em festivais como os Dias da Música – CCB, Terras Sem Sombra e Oxford Lieder Festival; e para a BBC Radio 3 In Tune e a rádio clássica portuguesa Antena 2.

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